33 reclusos sensibilizados para a prevenção da Sida


Porque «educar não é fácil e há que promover cada vez mais uma educação com afecto mas, sobretudo, com firmeza», atendendo que os jovens são mais desafiantes ao risco, “A Comunidade Contra a Sida” trabalha regularmente as competências pessoais dos jovens, para mais tarde terem um comportamento assertivo e adequado.
«Tentamos junto das escolas e das família educar na questão da prevenção das doenças e de determinados consumos», disse a responsável da delegação da Madeira da Fundação Portuguesa “A Comunidade Contra a Sida”, Rubina Leal, que ontem fez uma acção de sensibilização a 33 reclusos da “Ala K”, do Estabelecimento Prisional do Funchal, no âmbito do Projecto “Entre Portas”. Iniciativa que, segundo referiu, já abrangeu mais de 900 pessoas e mais de 600 horas de formação de dada.
Refira-se que os reclusos alvo desta acção, com idades entre os 16 e os 21 anos, foram condenados por crimes contra o património (furtos e pequenos roubos). Marco Abreu, um dos residentes da “Ala K” disse que os seus colegas têm em conta os comportamentos de risco e «têm cuidados para não serem infectados». «As relações sexuais são protegidas e não são partilhados objectos pessoais como lâminas de barbear», contou.

Cristina Sousa/Jornal da Madeira – 02.12.2011

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