Margarida Martins: “As pessoas estão a chegar aos hospitais para morrer como há vinte anos”


Lisboa, 01 dez (Lusa) — A presidente da Associação Abraço, Margarida Martins, considera que se tem apostado pouco na prevenção contra o VIH/Sida, algo que se vê numa degradação do combate ao flagelo e numa regressão para níveis semelhantes aos de há duas décadas.

“Cada vez há menos pessoas a fazer prevenção, cada vez há menos pessoas a fazer análises e achamos que devia haver no país um rastreio entre os 13 e os 63 anos, para quem quisesse, porque o que está a acontecer neste momento é que as pessoas estão a chegar aos hospitais para morrer como há vinte anos atrás”, disse a responsável à margem de uma iniciativa da organização, que juntou duas dezenas de pessoas num cordão humano para comemorar o Dia Mundial de Luta Contra a Sida, na praça do Rossio em Lisboa.

A responsável lembrou que a associação comemorará o seu vigésimo aniversário no próximo ano, lamentando que não se tenha avançado mais no país no combate ao flagelo e que o grande problema tem sido mesmo a falta de aposta na prevenção.

Nuno André Pereira Martins/LUSA – 01.12.2011

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